- Um homem na Indonésia, Purwadi Wahyudi, foi preso suspeito de matar a própria sogra com satay mergulhado em veneno de rato.
- Segundo a polícia, ele pediu o satay em 18 de maio, mergulhou os palitos em químicos tóxicos e enviou à casa da vítima, por ter se sentido desrespeitado.
- Purwadi tentou incriminar a irmã policialmente, mas a vítima, Aminah, de 57 anos, foi encontrada em casa, coberta de vômito.
- A família chamou a polícia após a exumação do corpo, e os laudos forenses indicaram envenenamento em grande parte dos órgãos, com traços do veneno.
- A investigação aponta que Purwadi se passou pela filha da vítima em aplicativo de entrega; ele já está detido, mas ainda não foi formalmente acusado de murder.
Um homem na Indonésia foi preso sob suspeita de ter assassinado a sogra com satay embebido em veneno de rata. Purwadi Wahyudi, de 40 anos, teria encomendado espetinhos de frango em 18 de maio, mergulhado-os em químicos tóxicos e enviado à residência da vítima, por sentir desrespeito.
A suposta vítima, identificada apenas como Aminah, foi encontrada pelo filho mais novo, Luriyanti Putri, no dia seguinte, em casa, com o corpo coberto de vômito. A família entrou em contato com a polícia após a exumação indicar suspeita de envenenamento.
A investigação aponta que Purwadi tentou incriminar a cunhada, que havia descoberto o cadáver. Segundo a polícia, ele usou um app de entregas simulando ser Putri, com nome e foto da irmã. A entrega foi desviada para Aminah, e o motorista ficou desconfiado.
Desenvolvimento da investigação
A polícia informou que a operação ocorreu em Java Central. O corpo de Aminah passou por perícia, que confirmou sinais de envenenamento em a maioria dos órgãos principais, além de rastros dos químicos usados.
Indrawan Wira Saputra, chefe da unidade de investigação criminal da polícia de Boyolali, afirmou que o crime foi planejado com cautela, conforme divulgado pela Kompas. Purwadi permanece detido, mas ainda não foi formalmente acusado de homicídio.
A pena para homicídio na Indonésia pode incluir a morte ou, no mínimo, 20 anos de prisão. A investigação continua para esclarecer todas as motivações e confirmar o envolvimento de outras pessoas.
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