- Em cinco anos desde o golpe militar, Myanmar vive guerra civil que deixou milhares mortos e milhões deslocados.
- O conflito é entre as forças do exército e uma aliança de grupos étnicos e rebeldes.
- Há mais de dois anos os rebeldes tinham avanços, mas a situação piorou com recrutamento forçado e maior uso de drones, levando o exército à ofensiva em grande parte do país.
- O jornalista da BBC, Quentin Sommerville, viajou por Myanmar sem autorização para reportar diretamente de territórios controlados por rebeldes, em uma viagem de dez dias.
- Ele esteve com combatentes e visitou hospitais e posições na linha de frente em Bago e nos estados de Karen para mostrar como a guerra se desenvolve.
O conflito em Myanmar segue entrincheirado cinco anos após o golpe militar que derrubou o governo eleito. A guerra civil dividiu o país entre as Forças Militares e uma aliança de grupos étnicos e rebeldes. O resultado tem sido milhares de mortos e milhões de deslocados.
A ofensiva militar ganhou fôlego em parte do território, com relato de recrutamento forçado e aumento do uso de drones. O contraste entre avanços das forças oficiais e ações dos grupos rebeldes marca o cenário em diversas regiões.
O repórter da BBC Quentin Sommerville viajou a Myanmar sem autorização das autoridades, o único caminho para cobrir territórios controlados pelos rebeldes. Durante dez dias, acompanhou combatentes e visitou hospitais de campanha.
Ao longo do itinerário, o jornalista visitou posições na fronteira de Estados como Bago e Karen para observar o andamento do conflito e as condições de atendimento médico próximo aos frontes.
O documentário completo, intitulado The Secret Jungle Hospital, aborda o funcionamento de instalações médicas em áreas de conflito. O material reúne imagens de campo, entrevistas com combatentes e relatos de pacientes.
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