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Alcolumbre amplia oposição ao governo Lula na indicação de Messias ao STF

Davi Alcolumbre acusa atraso do Palácio do Planalto na indicação de Jorge Messias ao STF, afirma prerrogativa do Senado e rejeita conluio entre poderes

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Carlos Moura/Agência Senado
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nota no domingo, 30, repudiando a ideia de conluio entre os Poderes e defendendo a prerrogativa do Senado de aprovar ou rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.
  • Ele afirmou que a demora em encaminhar a mensagem oficial busca interferir no cronograma da sabatina e destacou que os Poderes devem se respeitar conforme as normas constitucionais.
  • A declaração ocorreu em meio a impasse entre governo federal e Congresso sobre a indicação, com o Planalto tentando adiar a sabatina para angariar votos; segundo avaliações, Messias não atingiria os quarenta e um votos necessários hoje.
  • Em 25 de agosto, o Senado aprovou a chamada pauta-bomba, um projeto de lei que cria aposentadoria integral e paritária para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, com impacto estimado de até 40 bilhões de reais em dez anos.
  • O texto segue para análise da Câmara antes de ser encaminhado à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio à crise entre Executivo e Legislativo sobre a indicação ao STF.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou neste fim de mês a demora do Palácio do Planalto em encaminhar a mensagem oficial com a indicação de Jorge Messias ao STF. Ele afirmou que não há conluio entre Poderes e ressaltou a prerrogativa do Senado de aprovar ou rejeitar a indicação, além de apontar que a demora pode atrapalhar o cronograma da Casa.

Alcolumbre afirmou que há tentativas de apresentar divergência entre os Poderes como ajuste de interesses fisiológicos. Segundo o presidente do Senado, é essencial que os Poderes atuem dentro das normas constitucionais e regimentais, respeitando o papel de cada um no processo.

O impasse entre Executivo e Legislativo se intensificou desde a indicação de Messias pelo presidente Lula. O Planalto busca adiar a sabatina para angariar votos, enquanto o Senado mantém o cronograma de sabatinas em vigor. A situação envolve a relação entre o governo federal e a Casa, com foco na aprovação ou rejeição do nome.

Em 25 de julho, o Senado aprovou uma pauta considerada polêmica pela equipe econômica: um projeto de lei que cria aposentadoria integral e paritária para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. A equipe econômica classifica a medida como de alto impacto financeiro, estimado em até 40 bilhões de reais em 10 anos. O texto segue para a Câmara antes de ir à sanção de Lula.

A pauta, desenhada por Alcolumbre, agravou tensões com o Planalto, que teme impactos fiscais. A sabatina de Messias ainda depende de envio da mensagem ao Senado, conforme o Governo.

O tema da sabatina permanece central para a relação entre Executivo e Legislativo. Além do nome para o STF, o Senado tem trajetória de fiscalização e deliberação sobre indicações a cargos estratégicos. O desfecho depende do envio oficial da indicação e do alinhamento entre as Casas.

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