- A The Economist publicou editorial em 30 de novembro questionando a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição em 2026 por causa da idade, apontando riscos para a estabilidade política.
- A revista lembra que Lula tem 80 anos e, se for reeleito, chegaria aos 85, comparando a situação à de Joe Biden, que enfrentou críticas sobre limitações relacionadas à idade.
- O editorial afirma que o Brasil merece opções melhores e que a continuidade de Lula pode frear a renovação política, citando desgaste ligado a escândalos de corrupção e a avaliação de políticas econômicas insuficientes para o longo prazo.
- No campo da direita, a publicação fala de uma disputa intensa entre apoiadores de Bolsonaro, mencionando Flávio Bolsonaro como possível candidato e Tarcísio de Freitas como um nome jovem com potencial.
- A Economist encerra dizendo que as eleições de 2026 serão decisivas para o futuro do país e que uma renovação entre esquerda e direita poderia fortalecer a democracia brasileira.
A The Economist publicou nesta terça-feira, 30/11, um editorial sobre a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, no qual afirma que o presidente não deveria disputar um novo mandato em 2026 por causa da idade. A revista sustenta que candidatos com mais de 80 anos representam riscos à estabilidade política.
Ainda segundo o texto, Lula, hoje com 80 anos, poderia chegar aos 85 caso vencesse a eleição. O editorial sugere que o carisma não impede possível declínio cognitivo e cita Joe Biden como comparação de discussões sobre idade e mandato.
A publicação apresenta o cenário brasileiro como favorável a Lula em termos de governabilidade, mas afirma que a renovação política é necessária. O editorial aponta desgaste ligado a escândalos de corrupção e políticas econômicas consideradas insuficientes para o crescimento.
Conteúdo do Editorial
A The Economist afirma que a renovação é desejável tanto à esquerda quanto à direita, sugerindo que o Brasil precisa de novos nomes para 2026. O texto lembra que Lula prometeu não buscar um quarto mandato, embora não haja sinais claros de sucessor.
Na esfera da direita, a revista destaca a disputa interna pela base de apoio a Jair Bolsonaro, que ainda conta com apoio entre evangélicos. O editorial cita possível indicação do filho Flávio, classificando-o como impopular e ineficaz.
Entre os nomes citados, a publicação aponta Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como alguém que aparece bem posicionado em pesquisas frente a Lula. O editorial o descreve como jovem, democrático e com perfil pensativo.
A The Economist conclui que as eleições de 2026 serão decisivas para o futuro do Brasil. Segundo o editorial, uma disputa com candidatos renovados pode renovar a democracia e abrir espaço para uma nova geração de líderes.
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