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Deputado do Colorado diz que veto de Trump à lei de água potável é retaliação

Líder republicana de Colorado vê retaliação após veto de Trump a projeto de água potável que financiaria 39 comunidades do leste do estado

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Lauren Boebert on Capitol Hill in Washington in 2023.
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  • A deputada republicana Lauren Boebert reagiu ao veto de Donald Trump a um projeto que financiaria água potável para quarenta e nove mil habitantes de comunidade no leste do Colorado, dizendo que a decisão parece retaliação política.
  • O projeto destinava recursos para deixar água potável em 39 comunidades das planícies leste do Colorado, onde o abastecimento sofre com água subterrânea com alto teor de sal e radioatividade em poços.
  • O veto foi assinado na terça-feira; o presidente afirmou que o governo evita financiar políticas caras e pouco confiáveis e que é vital reduzir gastos públicos.
  • Em separado, Trump vetou outro projeto de Florida, que previa gasto de 14 milhões de dólares para proteger a região de Osceola Camp, dentro do Parque Nacional das Everglades, alvo de resistência de tribos locais; a Justiça ordenou o fechamento de um centro de detenção criado pelo governo.
  • A deputada vinculou o veto a possíveis retaliações políticas ligadas à divulgação de arquivos sobre Jeffrey Epstein; também passou a relação com a defesa de Peters, ex-funcionária eleitoral, cuja pena de prisão permanece.

A representante republicana Lauren Boebert rebateu Donald Trump após o veto dele a um projeto de água potável que financiaria uma obra em seu distrito no Colorado. O veto ocorreu na terça-feira, no contexto de uma negativa a financiamento federal para o abastecimento de 39 comunidades das Planícies do Leste, onde a água é salgada e já houve registro de radioatividade em poços.

Segundo Boebert, o projeto tinha aprovação unânua no Congresso, com votação na Câmara e no Senado ocorrida ainda neste ano. A congressista argumenta que a medida é essencial para melhorar a qualidade da água na região e afirma que o veto representa retaliação política.

Trump justificou o veto alegando preocupação com gastos públicos e com políticas consideradas pouco estáveis, citando a necessidade de evitar encargos onerosos aos contribuintes. O veto também envolveu outra medida, destinada a um projeto na Flórida, de proteção de uma área do Everglades.

Veto em território da Flórida

O segundo veto da terça-feira destinava-se a um montante de 14 milhões de dólares para proteger a área de Osceola Camp, no parque nacional das Everglades, habitada pelo Miccosukee Tribe. A justificativa oficial foi de que o local não deveria abrigar projetos de interesse específico durante a gestão de imigração.

A decisão ocorre no início do segundo mandato de Trump. A governança interna no Congresso ainda não está clara quanto à possibilidade de derrubar os vetos ou manter as medidas suspensas. Boebert participou ativamente da pauta de divulgação de arquivos ligados ao caso Epstein.

Boebert afirmou a uma emissora local que o veto pode representar retaliação por denúncias de corrupção e pela cobrança de responsabilização. Ela argumentou que a medida não apresentava controvérsia relevante e que visa atender necessidades básicas de água.

A assessoria de Trump não confirmou novas declarações sobre o tema. Não houve confirmação imediata de uma nova votação no Congresso para tentar derrubar o veto. As informações são de fontes oficiais e da imprensa local.

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