- Maduro foi detido pelas autoridades dos EUA; Delcy Rodríguez jurou como presidente interina.
- O governo americano anunciou que não haverá eleições em trinta dias e que irá tutelar o país por dezoito meses, com assessores de segurança coordenando a gestão venezuelana.
- María Corina Machado concedeu entrevista à Fox News agradecendo a Trump e afirmou que quer voltar à Venezuela o mais rápido possível; a oposição afirma que venceria em eleições livres.
- Trump confirmou o adiamento das eleições por 30 dias e descreveu um plano para supervisionar a transição política na Venezuela.
- Machado havia recebido o Prêmio Nobel da Paz e deixou o país para receber a homenagem; o governo dos EUA também busca coordenação da gestão venezuelana com apoio de seus assessores de segurança.
Maduro foi detido pelas autoridades dos EUA, após atuação de apoio internacional em meio a tensões políticas na Venezuela. Delcy Rodríguez jurou como presidente interina na Assembleia Nacional, designada pelo Tribunal Supremo no fim de semana. O governo americano planeja coordenar a gestão venezuelana com apoio de seus assessores de segurança.
A oposição, liderada por María Corina Machado, concedeu entrevista à Fox News para agradecer as ações de Donald Trump. Machado afirmou que pretende retornar à Venezuela o mais rápido possível e apontou oportunidades de investimento e recuperação econômica no país.
Trump confirmou que não haverá eleições nos próximos 30 dias, alegando que é preciso antes “resolver o país”. O governo dos EUA planeja tutelar o país por cerca de 18 meses, com um grupo de assessores de segurança nacional coordenando a gestão venezuelana. O objetivo declarado é reconstruir o setor petrolífero.
Machado, Nobel da Paz, destacou que a oposição venceria em eleições livres e justas, segundo suas palavras em entrevista à emissora norte‑americana. Ela elogiou Trump, descrevendo as ações dele como um passo para a liberdade, sem mencionar apoio interno no país.
Nicolás Maduro afirmou ser inocente das acusações de narcoterrorismo e reafirmou permanecer no cargo, em declaração por meio de intérprete. O presidente afirmou que não reconhece a legitimidade das acusações. O tribunal federal norte‑americano continua a processo‑se contra ele.
O governo americano comunicou que, durante o período de transição, a gestão venezuelana será coordenada por assessores de segurança, sob supervisão direta de Washington. A narrativa oficial sustenta que a intervenção visa restabelecer ordem e condições para organização de eleições futuras.
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