- Nenhum presidente da Câmara dos Deputados compareceu aos atos oficiais de lembrança dos ataques de 8 de janeiro de 2023, marcados para esta quinta-feira no Palácio do Planalto.
- A presidência do Senado também não esteve presente.
- A ausência coincide com a expectativa de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a projeto de anistia a participantes das tentativas golpistas de 8 de janeiro.
- O atual presidente da Câmara, Hugo Motta, não vai à cerimônia; o antecessor, Arthur Lira, não participou dos atos em 2024 nem em 2025.
- Diferentemente do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, o Legislativo não programou cerimônia própria neste ano, o que governistas veem como sinal de presença restrita da oposição.
Apenas autoridades de alto escalão não participam das cerimônias em lembrança aos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Nesta edição, o Legislativo também ficou ausente, diferente de outros poderes, que mantêm programações próprias.
A Presidência da Câmara dos Deputados não enviou representantes à cerimônia de defesa da democracia marcada para esta quinta-feira 8, no Palácio do Planalto. O ato é uma leitura comum do momento, segundo apuração.
Ausência de lideranças no Congresso
O atual presidente da Câmara, Hugo Motta, não comparecerá ao evento. O antecessor, Arthur Lira, já não participou das cerimônias em 2024 nem em 2025. A ausência de Motta e de Lira é destacada por governistas como sinal de leitura crítica pela oposição.
Contexto político e sinais de veto
A falta de participação acontece em meio à expectativa de veto presidencial a um projeto aprovado pelo Congresso, que anistia participantes das tentativas golpistas de 8 de janeiro. Diferentemente do STF e do Palácio do Planalto, o Legislativo não organizou cerimônia própria neste ano.
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