- Concessões em direitos trabalhistas reduziriam o custo para as empresas para cerca de £1 bilhão, segundo avaliação atualizada do governo.
- versão anterior apontava custo de até £ five bilhões; a mudança ocorreu por implementação gradual ao longo de vários anos e evolução do desenho da política.
- a lei de direitos dos trabalhadores foi aprovada no mês passado após negociação com sindicatos e forte lobby empresarial.
- mudanças incluem pagamento de licença por doença ampliada, licença paternidade e custos administrativos, com impacto avaliado como modesto para os empregadores.
- a avaliação aponta que cerca de 18 milhões de trabalhadores devem se beneficiar, com ganhos em qualidade de emprego e potencial impulso limitado à economia de aproximadamente 0,1% da folha de pagamento total.
O governo atualizou a avaliação de impacto sobre o pacote de direitos trabalhistas defendido pelo Partido Trabalhista. Segundo o documento, as concessões anunciadas pelos ministros podem reduzir o custo para as empresas para cerca de 1 bilhão de libras. A versão anterior indicava até 5 bilhões.
A mudança decorre de uma fase de implementação gradual ao longo de vários anos e de o próprio desenho da política ter evoluído desde a avaliação de outubro de 2024. O pacote passou a vigorar após uma batalha legislativa intensa no Parlamento.
A assistência prática para trabalhadores vem com direitos ampliados, incluindo salário por doença, licença paternidade e custos administrativos, com custo adicional considerado contido. A avaliação aponta benefícios superiores aos custos de curto prazo.
Custo para empresas e alcance
A análise indica que aproximadamente 18 milhões de trabalhadores devem se beneficiar, frente a cerca de 15 milhões anteriormente estimados. Quem ganha menos, em setores como cuidado social, turismo e varejo, deve ser mais impactado positivamente.
Segundo a avaliação, a reforma pode elevar a qualidade do emprego, produtividade e competição entre empresas, com efeito direto modesto no crescimento econômico. A publicação mostra que o aumento de custos representa, no total, cerca de 0,1% da folha de pagamento nacional.
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