- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de evento sobre inteligência artificial em hospitais em São Paulo.
- Lula relembrou a queda ocorrida no banheiro do Palácio da Alvorada em outubro de 2024 e disse que, se fosse comum, poderia estar morto ou com a cabeça quebrada.
- Afirmou que está bem e que, em caso de atendimento, prefere um hospital com inteligência artificial para atendimento mais rápido e eficiente.
- Comentou sobre a transferência da capital para São Paulo, dizendo que espera que Brasília receba algo inteligente e que a mudança ainda não foi concluída.
- O evento destacou o papel da IA na medicina, na prevenção de doenças e na melhoria do atendimento ao paciente, com participação de profissionais da saúde, especialistas em tecnologia e representantes do governo.
Aconteceu nesta quarta-feira em São Paulo um evento sobre inteligência artificial na área da saúde. O presidente participou do encontro, que tratou do papel da IA em hospitais públicos e privados, destacando avanços tecnológicos e potencial de melhoria no atendimento.
Durante a atividade, Lula lembrou uma queda ocorrida no banheiro do Palácio da Alvorada em outubro de 2024, associada a uma pancada na cabeça. O chefe do Executivo afirmou que, se fosse uma pessoa comum, poderia ter tido consequências graves, mas assegurou estar bem.
Ele também comentou a ampliação da sede administrativa, mencionando a transferência de parte da capital para São Paulo. Aponou que Brasília é uma cidade excelente, porém precisa de soluções mais inteligentes para o cotidiano institucional.
IA na saúde
O presidente destacou que a inteligência artificial pode colaborar na medicina, na prevenção de doenças e no atendimento ao paciente. Afirmou que o Brasil precisa avançar na tecnologia para aprimorar serviços de saúde.
Interessados presentes ao evento incluíram profissionais da área, especialistas em tecnologia e representantes do governo. A pauta enfatizou a integração da IA aos protocolos clínicos e a redução de custos.
Participação e desdobramentos
A iniciativa visa ampliar o uso de IA na medicina brasileira, com foco em agilidade diagnóstica, gestão de dados e apoio à decisão clínica. O tom foi de política pública voltada à inovação.
Entre na conversa da comunidade