- O presidente Lula vetou o PL da Dosimetria; o senador Esperidião Amin protocolou nesta quinta-feira o PL da Anistia.
- Amin foi o relator do projeto vetado e afirma que a nova proposta tem o objetivo de pacificar o país.
- O texto da Anistia reduziria penas de Bolsonaro e de outros condenados por atos golpistas, incluindo os episódios de vandalismo de 8 de janeiro de 2023, que completa três anos nesta quinta.
- A oposição reagiu ao veto e apresentou o PL da Anistia, que sustenta a incoerência da decisão presidencial.
- O relator sustenta que a anistia visa a reconciliação nacional, afirmando que o Parlamento é o espaço para essa discussão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o PL da Dosimetria, apresentado pela oposição. Em resposta, o senador Esperidião Amin (PP-SC) protocolou nesta quinta-feira o PL da Anistia, dizendo buscar a pacificação do país.
Amin afirmou que o novo projeto pretende reduzir penas de condenados por atos golpistas e por vandalismo ocorridos em 8 de janeiro de 2023, data que completa três anos. Ele foi relator do PL vetado.
O veto de Lula provocou reação de parlamentares de oposição, que defenderam a anistia como forma de pacificação nacional. O senador argumenta que a reforma busca corrigir o que classifica como injustiças nos julgamentos dos fatos de 8/1/2023.
Contexto e motivações
Amin sustenta que não houve golpe de estado, conforme a linha de investigação da CPMI, e critica supostas omissões de agentes públicos. Ele aponta falhas no inquérito do Dia 8 de janeiro e cita a atuação de órgãos de inteligência na análise dos eventos como base para o texto da Anistia.
Na visão do parlamentar, a Anistia não seria impunidade, mas instrumento de reconciliação nacional. O objetivo declarado é pacificar o debate político e reduzir tensões geradas pelos desfechos judiciais dos atos de 2023.
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