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Senado dos EUA vota para frear Trump na Venezuela

Senado vota resolução para impedir ação militar de Trump contra a Venezuela sem autorização do Congresso, após a captura de Maduro e novas tentativas de frear poderes de guerra

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The U.S. Capitol building in Washington, D.C., U.S., November 10, 2025. REUTERS/Elizabeth Frantz
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  • O Senado dos Estados Unidos deve votar, nesta quinta, uma resolução que bloquearia o presidente Donald Trump de qualquer ação militar adicional contra a Venezuela sem autorização do Congresso.
  • Os defensores dizem que a medida pode passar por uma votação apertada.
  • O movimento acontece dias após forças americanas capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro em uma operação em Caracas.
  • A votação é a mais recente de uma série de medidas sobre uso de poderes de guerra, adotadas desde que a administração aumentou a pressão militar na Venezuela.

O Senado dos Estados Unidos deve votar nesta quinta-feira uma resolução que impede o presidente Donald Trump de realizar novas ações militares contra a Venezuela sem autorização do Congresso. Os apoiadores dizem que a medida tem chances de ser aprovada em um pleito próximo.

A proposta surge em meio a uma série de iniciativas de poderes de guerra apresentadas desde que a administração intensificou a pressão militar sobre a Venezuela, com ataques a embarcações no litoral, iniciados em setembro.

A discussão ocorre dias após a capturara do presidente venezuelano Nicolás Maduro durante uma operação militar em Caracas, o que intensificou o debate sobre o rumo da campanha dos EUA na região.

Quem está envolvido: senadores democratas e republicanos que discutem limites para ações militares sem consentimento legislativo. O andamento da votação define limites para uso de força externa.

Quando e onde: a sessão ocorre nesta quinta-feira, em Washington, com votações previstas no plenário do Senado. A ação busca frear decisões autônomas do Executivo em relação à Venezuela.

Por quê: aqueles que apoiam a resolução argumentam que qualquer ação militar precisa de autorização do Congresso, sob a Constituição, para evitar escaladas não planejadas com consequências econômicas e humanitárias.

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