- O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, acusou autoridades federais de “esconder os fatos” sobre a morte de Renee Nicole Good em um confronto com agentes da ICE.
- Frey pediu a inclusão da Minnesota Bureau of Criminal Apprehension na investigação, que hoje está sob controle do FBI.
- A morte ocorreu durante uma operação de imigração que gerou protestos e vigílias na cidade e em outras regiões.
- A Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna chamaram a vítima de “terrorista doméstica” antes de a investigação ocorrer plenamente; o FBI assumiu a apuração.
- O governador Tim Walz e autoridades locais criticaram a exclusão de autoridades estaduais, pedindo cooperação e unidade investigativa; o agente envolvido foi identificado como Jonathan Ross.
Minneapolis viveu nesta sexta-feira um desdobramento na investigação sobre a morte de Renee Nicole Good, ocorrida durante abordagem de agentes federais, incluindo a ICE. A prefeitura afirmou que as autoridades federais estariam ocultando fatos e pediu a participação da polícia estadual na apuração, sob supervisão do FBI.
O prefeito Jacob Frey, da maioria democrata, afirmou que a resposta da administração Trump tem sido inadequada e pediu transparência no inquérito. Frey destacou a remoção da polícia estadual da investigação, em benefício do FBI, gerando críticas entre autoridades locais.
A cidade realizou protestos e vigílias após o crime, ocorrido em meio a tensões por operativos de imigração. O governador Tim Walz convocou um dia de unidade e determinou a prontidão da Guarda Nacional, caso haja necessidade para manter a ordem.
Detalhes da investigação e reações oficiais
A investigação é conduzida pelo FBI, com mudanças recentes que retiraram o acesso de autoridades de Minnesota às evidências. O caso envolve o agente da ICE identificado como Jonathan Ross, cuja atuação gerou questionamentos sobre imunidade e legitimidade das ações.
Críticos à condução do caso destacam a importância de cooperação entre o FBI e autoridades estaduais para garantir um inquérito conjunto. O procurador-geral de Minnesota sinalizou apoio a essa parceria, ressaltando a necessidade de um processo justo e compartilhado.
Reações políticas na capital federal também foram registradas, com afirmações de que a vítima era rotulada de forma controversa pela Administração. Críticos apontam que tal narrativa pode influenciar o andamento da investigação e a percepção pública sobre o ocorrido.
A comunidade local e familiares da vítima receberam apoio público de autoridades estaduais e ressaltaram a busca por informações completas e verificáveis. A likeação segue sob escrutínio de órgãos de atuação federal e estadual, em um momento de forte tensão social.
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