- O número de pedidos de asylum em suécia caiu 30% em 2025, atingindo o nível mais baixo desde 1985, segundo o governo.
- O total de imigrantes, excluindo refugiados da Ucrânia, ficou em 79.684 no ano passado, queda em relação a 2024, quando foram 82.857.
- A parcela de requerentes de asilo e familiares representou apenas 6% do total de imigrantes, ante 31% em 2018.
- O governo pretende endurecer ainda mais as regras no próximo ano, incluindo nova lei para aumentar o retorno de imigrantes e regras de cidadania mais restritivas.
- A reportagem lembra que a Suécia realizará eleições gerais em setembro, em meio a um cenário político acirrado.
Sweden registrou 40 anos de mínimo nas solicitações de asilo em 2025, de acordo com dados do Migration Board. O volume caiu 30% em relação a 2024, com o governo de centro-direita reforçando planos de endurecer regras antes das eleições de setembro.
A coalizão minoritária, apoiada pelo partido anti-imigração Sweden Democrats, adotou a redução de pedidos como eixo central desde 2022. O governo atribui o recuo a décadas de leis de asilo mais brandas e falhas de integração.
Johan Forssell, ministro da Imigração, afirmou que a mudança não se resume a números. Ele disse que houve alterações na composição dos imigrantes, com menor participação de pedidos de asilo em relação ao total.
Segundo o Migration Board, o total de imigrantes, sem contar refugiados da Ucrânia, ficou em 79.684 em 2025, ante 82.857 em 2024. Solicitantes de asilo e seus familiares representaram 6% do total, frente 31% em 2018.
O órgão também apontou aumento de saídas voluntárias ou expulsões no último ano. Forssell destacou que esse tema continua entre as prioridades do governo.
O governo já implementou medidas para restringir residência e cidadania, além de incentivar imigrantes a deixar o país. As propostas para 2025 incluem ampliar o retorno de estrangeiros e regras de cidadania mais rígidas.
As eleições gerais na Suécia devem ocorrer em setembro, em um pleito que promete ser disputado. A administração pretende fortalecer o controle de fluxos migratórios em meio a debates sobre segurança e integração.
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