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Trump pode marcar o início do fim da enshitification na tech

Tarifas de Trump criam espaço para reverter a enshittification da tecnologia, com parceiros examinando leis de anti-circumvenção para recuperar soberania digital

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Illustration: Thomas Pullin/The Guardian
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  • Trump abriu espaço para questionar tarifas e regulações da tecnologia, sinalizando mudança no controle de produtos digitais e possibilidades de reverse engineering.
  • A proibição de reverse engineering, por leis de anti-circumvention, é citada como entrave para melhorar dispositivos e software.
  • O Reino Unido, pós-Brexit, poderia revogar artigos da diretiva europeia para facilitar modificações em produtos e reduzir dependência de grandes plataformas.
  • Empresas dos EUA capturam grandes rents com plataformas digitais; há interesse de investidores e tecnólogos em aproveitar margens altas para criar alternativas abertas.
  • A coalizão entre ativistas de direitos digitais, investidores e defensores da segurança nacional é vista como caminho para recuperar soberania tecnológica e abrir lacunas regulatórias.

O que aconteceu é que Donald Trump retomou a agenda de tarifas, abrindo espaço para uma reconfiguração no funcionamento de grandes plataformas tecnológicas. O movimento pode impactar a forma como governos e empresas lidam com produtos digitais e serviços online.

Segundo análises, as tarifas americanas ampliam a possibilidade de revisão de práticas de mercado no setor de tecnologia. Em discussão está a capacidade de países parceiros de regular tecnologia sem sofrer represálias tarifárias por parte dos EUA.

Quem está envolvido envolve governos, empresas de tecnologia e defensores de direitos digitais. Autoridades de países parceiros, empresas de tecnologia norte-americanas e ativistas de direitos digitais estão monitorando os efeitos e oportunidades gerados pela mudança.

Quando ocorreu esse recorte? O tema ganhou relevância no início de 2026, quando as tarifas passaram a ser associadas a uma reconfiguração de regras sobre cópia, modificação e uso de software. A pauta acompanha disputas comerciais em curso.

Onde isso afeta? Globalmente, com destaque para Reino Unido e Europa, onde leis sobre engenharia reversa e uso de software influenciam negociações comerciais após o Brexit. A situação repercute em políticas de soberania digital.

Por que é relevante? Observa-se que, com o retorno de tarifas, a combinação entre direitos digitais, investimentos e segurança nacional pode criar novas alianças. Investidores e tecnólogos veem oportunidades para redesenhar modelos de negócio.

Mudança de tema: cenário regulatório e impactos comerciais

Em paralelo, o debate sobre engenharia reversa ganha espaço. Países que restringem esse tipo de atividade podem ver alterações legais após movimentos diplomáticos e comerciais. A discussão envolve salvaguardas de privacidade, competição e inovação.

Novo foco: parcerias e estratégias para soberania digital

Analistas indicam que governos buscam estratégias para reduzir dependência de infraestruturas norte-americanas. A ideia é favorecer software aberto, alternativas de código-fonte e soluções locais para reduzir vulnerabilidades.

Perspectivas futuras

Especialistas ressaltam que a direção das políticas públicas pode favorecer tanto ativistas quanto investidores interessados em ampliar margens de lucro em setores tecnológicos. O panorama aponta para uma era de maior disputa regulatória global.

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