- A ministra do Tesouro, Rachel Reeves, disse estar “bem tranquila” sobre qual forma de ID digital as pessoas usam para provar o direito de trabalhar no Reino Unido.
- Um elemento central dos planos de Laboratório para cartões de ID digital foi reduzido, abrindo espaço para outras formas de identificação para comprovar o direito de trabalhar.
- Os cartões foram anunciados com controvérsia em setembro, mas não serão obrigatórios para pessoas em idade de trabalhar; apenas provar o direito de trabalhar era o ponto obrigatório.
- Reeves afirmou que ainda é obrigatório ter um ID digital para trabalhar, mas pode ser um cartão, um e-visa ou um e-passaporte, sem exigir uma única forma específica.
- Críticos, como o ex-ministro do Interior Lord Blunkett, disseram que houve falhas de planejamento; Reeves destacou o objetivo de melhorar a economia e o padrão de vida, mantendo a verificação digital dos documentos.
Rachel Reeves sinaliza flexibilidade sobre o formato de ID digital exigido para trabalhar no Reino Unido, em meio a críticas a uma possível guinada do governo. A ideia central é permitir diferentes formas de comprovação da autorização de trabalho.
A mudança em discussão envolve potenciais flexibilizações em relação ao uso de uma carteira digital única. Trabalhadores poderiam usar um ID digital, visto eletrônico ou passaporte eletrônico para demonstrar elegibilidade ao emprego.
A notícia começou a ganhar contornos com a informação de que uma parte do plano de IDs digitais, apresentado por Labour, estaria sendo recuada. A medida não impede, mas amplia as opções de identificação.
Contexto e reações
Reeves afirmou, em entrevista, que a exigência de identificação para trabalhar permanece, mas não determina necessariamente que seja apenas uma única peça. A prática pode depender de uma avaliação futura de como o sistema operará.
Críticos associam a comunicação a uma amostra de inconsistência nas políticas, apontando que a falta de narrativa clara pode reduzir o apoio público. A oposição ressalta a necessidade de planejamento estratégico.
Implicações para o público e para o governo
Keir Starmer havia apresentado o conjunto de IDs digitais para 2029 como voluntário, com a exceção de comprovar trabalho legalmente. A expectativa era reduzir empregos irregulares e aumentar a segurança de fronteiras.
Ainda não há definição final sobre qual forma será aceita na prática. Autoridades informam que o processo de verificação digital deve permitir o uso de documentos existentes, como passaportes, para evitar controvérsias.
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