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Wes Streeting convoca Haidt para debater veto a menores de 16 em redes sociais

secretário de saúde convoca Jonathan Haidt para debater banimento de redes para menores de 16 anos, em linha com modelo australiano

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Jonathan Haidt makes a speech
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  • Wes Streeting convidou Jonathan Haidt para falar com seus assessores, incentivando o Reino Unido a considerar o modelo de banimento de redes sociais para menores de 16 anos da Austrália.
  • O objetivo é avaliar medidas mais restritivas para jovens, após o primeiro-ministro Keir Starmer sinalizar abertura a opções mais rígidas.
  • Starmer afirmou que o governo observará diferentes formas de aplicar regras para acesso de jovens às redes sociais, incluindo o modelo australiano.
  • ações em escolas também estão em debate, com a posicionalações de ministros e parlamentares variando entre apoio e cautela quanto à implementação.
  • Pesquisas e declarações de aliados levantam preocupações sobre impactos práticos, fiscalização e educação de jovens sobre uso responsável das redes.

Wes Streeting, secretário de Saúde do Reino Unido, convidou Jonathan Haidt para falar com seus assessores sobre a possibilidade de adotar um banimento de redes sociais para menores de 16 anos, inspirado no modelo adotado na Austrália. A iniciativa ocorre no contexto de apelos para medidas mais restritivas.

O objetivo é avaliar, com Haidt e representantes de órgãos, ONGs e deputados, caminhos possíveis para limitar o uso de smartphones e plataformas por jovens. Streeting busca entender a viabilidade, a fiscalização e o impacto educacional dessas medidas.

A movimentação surge após o premiê Keir Starmer sinalizar abertura a limites mais rígidos para jovens. Em público, ele afirmou considerar opções, incluindo o modelo australiano, para proteger crianças e adolescentes.

Paralelamente, o governo analisa a aprovação de políticas semelhantes, com ministros divididos sobre a forma de implementação e os efeitos na educação. A discussão ocorre em meio a críticas sobre a eficácia de proibições totais.

Apoios entre os defenderem regras mais duras incluem o deputado Fleur Anderson, que celebrou a atenção do premiê ao modelo australiano e disse que é hora de regulamentar para proteger jovens. A posição é tema de debate no Parlamento.

Entre quem analisa o tema, o ministro da Educação, Bridget Phillipson, e o ministro da Cultura, Lisa Nandy, expressaram preocupações sobre a viabilidade e a fiscalização, segundo fontes governamentais.

Fontes informaram que há possibilidade de emenda parlamentar para incluir restrições a menores de 16 anos em projetos de bem-estar infantil. A pauta envolve diferentes frentes partidárias, com apoio variando entre representantes de diferentes legendas.

A discussão ocorre também após controvérsias envolvendo ferramentas de IA de plataformas, que reavivaram o debate sobre uso juvenil e segurança online. Analistas destacam a necessidade de equilíbrio entre proteção e educação digital.

Ministérios envolvidos apontam que decisões sobre o tema devem considerar impactos na vida escolar, no acesso à informação e na autonomia dos jovens. A avaliação de propostas permanece em fase de estudo e consulta.

Ato contínuo, Streeting pediu aos assessores para examinar detalhes da lei australiana, que entrou em vigor no início deste ano, para entender mecanismos de implementação e fiscalização.

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