- Dois homens foram condenados por violência durante o distúrbio em Southampton, ocorrido após a sentença do assassino de Henry Nowak.
- Leon O’Leary, 41 anos, de Basingstoke, recebeu três anos e um mês de prisão por lançar uma granada de fumaça contra policiais.
- Connor Bishop, 24 anos, de Southampton, foi condenado a dois anos e oito meses por arremessar um cone de tráfego contra os agentes.
- Ambos admitiram distúrbio violento; O’Leary também reconheceu posse de arma ofensiva, uma espada samurai apreendida durante a prisão.
- O tumulto deixou 11 policiais feridos e cerca de 1.000 pessoas teriam participado; 21 pessoas já foram acusadas no contexto do confronto.
Dois homens foram condenados por violência durante o protesto em Southampton, que ocorreu após a condenação do assassino de Henry Nowak. Leon O’Leary lançou uma granada de fumaça contra os policiais, e Connor Bishop arremessou um cone de trânsito. Ambos admitiram envolvimento em distúrbios violentos.
O’Leary, de 41 anos, residente em Basingstoke, Hampshire, recebeu pena de três anos e um mês. Bishop, de 24 anos, de Southampton, foi sentenciado a dois anos e oito meses de prisão. As prisões ocorreram após o ataque durante a comoção pública.
O tribunal informou que O’Leary também admitiu posse de arma ofensiva, um sabre japonês encontrado na sua casa durante a detenção. Bishop, por sua vez, foi visto lançando o cone amarelo para as costas de membros da unidade de apoio à polícia.
O caso envolve ainda relatos de violência contra a polícia naquela noite, com 11 oficiais feridos e centenas de pessoas participando do confronto na região Portswood, onde Nowak perdeu a vida. Vários detidos já foram acusados.
A promotoria ressaltou que aproximadamente 1.000 pessoas estavam presentes no protesto, com cerca de um quarto consumindo álcool. Relatos destacam abusos verbais e ataques com projéteis improvisados contra agentes.
Durante o julgamento, uma policial presente descreveu o medo vivido ao ser perseguida por manifestantes que a xingavam e ameaçavam. Nota-se que o episódio intensificou o repúdio público e a cobertura nacional sobre a violência.
Defesas afirmaram que os réus não seriam os atores principais do tumulto, apontando para a presença de outros indivíduos que teriam alimentado a ira coletiva. O caso continua a ter desdobramentos legais e pendências de acusação.
Digwa, condenado à prisão perpétua no mesmo caso, deverá cumprir pelo menos 21 anos de prisão pela morte de Nowak, após alegação de racismo não comprovada. A imprensa descreve o desfecho como um marco para a segurança pública local.
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