- Nigel Farage será um dos principais palestrantes do CPAC UK, organizado por Liz Truss, em julho, no O2, ao lado de nomes conservadores de linha dura.
- O evento ocorre entre os dias 16 e 18 de julho, com pacotes de ingresso variando de £ 100 a £ 10 mil.
- A Reform UK havia indicado anteriormente que Farage ficaria “de fora” do evento, mas ele não confirmou a participação de forma definitiva.
- Além de Farage, estão confirmados speakers como Jacob Rees-Mogg e o influenciador conservador norte‑americano Jack Posobiec.
- O CPAC UK é apresentado como a versão britânica do CPAC dos Estados Unidos, em meio a controvérsias e pressões envolvendo a própria Reform UK e sua liderança.
Nigel Farage será um dos principais palestrantes da CPAC UK, conferência conservadora organizada por Liz Truss, em julho, em Londres. O evento reúne diversas figuraes da direita. A participação de Farage contrasta com declarações anteriores de Reform UK de que ele evitaria o encontro.
Além de Farage, a programação destaca o influenciador de direita dos EUA Jack Posobiec, conhecido por defender ideias polêmicas e por promotores de teorias da conspiração. O lineup inclui também Jacob Rees-Mogg, ex-ministro conservador, que havia sinalizado não participar.
O CPAC UK acontece no O2 entre 16 e 18 de julho. Os ingressos variam entre 100 e 10 mil libras, com opções que vão desde acesso básico até lounges VIP e jantar de gala. O objetivo é replicar no Reino Unido o modelo de grande encontro conservador dos EUA.
As motivações da organização envolvem fortalecer a imagem de uma ala mais à direita do espectro político britânico. Truss, que exerceu brevemente o cargo de primeira-ministra, coordena a iniciativa no país. O evento busca ampliar a influência de políticas de livre mercado e posicionamentos nacionalistas.
A lista de palestrantes inclui também Matt Schlapp, presidente da CPAC nos EUA, e o youtuber Peter McCormack, além de Matt Goodwin, ativista do Reform UK. Entre os convidados, estão Toby Young e Lucy Connolly, com perfis ligados ao debate sobre a liberdade de expressão.
A realização do congresso britânico ocorre em um momento de reorganização de forças à direita no país. A proximidade com outros encontros de direita em Londres, como o ARC, reforça a tendência de grandes fóruns financiados para eventos políticos.
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