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Aliança entre Comando Vermelho e PCC gera esquema de lavagem de R$ 6 bilhões no Brasil

Aliança entre Comando Vermelho e PCC revela esquema de lavagem de R$ 6 bilhões, desarticulando o poderio criminoso no Brasil.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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Uma nova aliança entre o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) foi descoberta, mudando a relação entre essas facções rivais. A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 6 bilhões em um ano, usando empresas de fachada e uma fintech chamada 4TBank. A operação é a maior já realizada pela polícia e revelou que as facções faziam depósitos em notas de baixo valor em áreas da Zona Oeste do Rio.

O dinheiro era enviado para empresas fictícias, como a Ônix Perfumaria, que nunca funcionou no endereço registrado. Depois, os recursos eram dispersos entre negócios fantasmas antes de serem transferidos para o 4TBank, que operava sem autorização do Banco Central. O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que a colaboração entre CV e PCC é uma “aliança estratégica e logística”, sem disputas territoriais, focada na compra de drogas e armas. Até agora, R$ 6 bilhões foram bloqueados, mas a divisão entre as facções ainda está sendo investigada. A operação, chamada “Operação Contenção”, busca desmantelar a base financeira das facções e já resultou na prisão de duas pessoas.

Uma nova aliança entre o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) foi descoberta, marcando uma mudança significativa nas dinâmicas de poder entre essas facções rivais. A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 6 bilhões em um ano, utilizando empresas de fachada e uma fintech chamada 4TBank. A operação, considerada a maior da história da corporação, revelou que as facções realizavam depósitos em notas de baixo valor em áreas da Zona Oeste do Rio.

As investigações mostraram que o dinheiro era direcionado a empresas fictícias, como a Ônix Perfumaria, que nunca operou no endereço registrado e tinha uma sócia cadastrada em programas de auxílio emergencial. Os recursos eram então dispersos entre diversos empreendimentos fantasmas antes de serem enviados para o 4TBank, que operava sem autorização do Banco Central. Essa fintech facilitava transações de grande porte, dando uma aparência legal ao dinheiro lavado.

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, descreveu a colaboração entre CV e PCC como uma “aliança estratégica e logística”, sem disputas territoriais, focada na aquisição de drogas e armamentos. Até o momento, R$ 6 bilhões foram bloqueados, mas a divisão dos valores entre as facções ainda está em apuração. Em fevereiro, um comunicado conjunto anunciou o fim de uma guerra histórica entre as facções e a formação dessa nova aliança.

A operação, parte da “Operação Contenção”, visa desarticular a base financeira das facções e cortar os recursos que sustentam suas atividades criminosas. A ação incluiu o cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão em várias localidades do Rio e de São Paulo, resultando na prisão de duas pessoas. As investigações continuam, com foco em desmantelar a estrutura financeira que apoia o tráfico de drogas e a compra de armamentos.

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