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Para onde vai a América Latina? Desafios e caminhos para a região

Conservadorismo avança na América Latina com rupturas do progressismo, desafiando acordos internacionais e reconfigurando o equilíbrio entre Ocidente e região

O que virá depois de Bukele, Noboa e Milei? Eles representam um novo futuro ou são meros ocupantes do cargo presidencial por alguns anos? (Foto: Rodrigo Sura/Mauricio Torres/Juan Ignacio Roncoroni/EFE)
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Para onde vai a América Latina? O texto analisa a vitória recente de Daniel Noboa, candidato conservador à presidência do Equador, como parte de uma tendência global de recuo da esquerda. O autor sustenta que a esquerda tende a perder forças frente a propostas conservadoras.

A coluna sustenta que o movimento progressista, que ganhou impulso a partir do final do século 19, estaria encerrando um ciclo. Segundo o autor, lideranças conservadoras passam a ocupar espaço político em várias nações, incluindo Estados Unidos, Brasil e Europa.

Contexto e bases da análise

O artigo afirma que o marxismo, legado do progressismo, deixou impactos que dificultam a atuação de novos governos. O texto aponta a presença de acordos internacionais e estruturas do que chama de globalismo como entraves para governantes conservadores.

O Ocidente e a América Latina

Segundo a leitura, a América Latina não é vista como parte central do Ocidente por muitos historiadores. O texto destaca fatores como estado de direito, inovação e democracia para definir ocidentalidade, argumentando que o Brasil tem déficits nesses aspectos.

Nova direita e futuros institucionais

A análise questiona o que virá após líderes como Bukele e Noboa. A ideia central é que reformas profundas e um recorte de acordos internacionais serão cruciais para alinhar seus países ao que resta do Ocidente.

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