A pouco menos de três meses para a transição de liderança no Supremo Tribunal Federal (STF), Eduardo Toledo pediu exoneração do cargo de diretor-geral da Corte. Ele retornará ao escritório de advocacia Sepúlveda Pertence, onde já atuou anteriormente. A exoneração foi oficializada em uma portaria publicada no Diário Oficial da União.
Toledo ocupou a direção-geral do STF a convite de Luís Roberto Barroso, atual presidente, que deixará o cargo em 29 de setembro, quando Edson Fachin assumirá a presidência. O diretor-geral foi servidor concursado do STF entre 2002 e 2014 e, antes de sua nomeação, abriu um escritório próprio. Ele também atuou na administração do Supremo durante as gestões de Cármen Lúcia e Dias Toffoli.
Interinidade
Até a posse de Fachin, Desdêmona Arruda, atual chefe de gabinete do novo presidente, assumirá interinamente a direção-geral. A mudança ocorre em um momento de transição importante para a Corte, que se prepara para novos desafios sob a liderança de Fachin. A expectativa é que a nova gestão traga mudanças significativas na condução dos trabalhos do STF.
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