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Moraes autoriza troca de tornozeleira após queixa de desconforto de Jefferson

Roberto Jefferson, condenado a nove anos e cinco dias de prisão, troca tornozeleira eletrônica após alegar problemas de saúde.

Roberto Jefferson, ex-deputado federal (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
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A defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson, ex-dirigente do PTB, solicitou a troca de sua tornozeleira eletrônica, alegando que o dispositivo estava “apertando seu pé”. O pedido foi atendido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a saída de Jefferson da prisão domiciliar em 2 de julho para realizar o procedimento.

O advogado de Jefferson destacou que o aperto da tornozeleira poderia agravar seu já debilitado estado de saúde. O ex-deputado, que passou dois anos sob custódia, foi preso em 2022 durante o inquérito das milícias digitais, após resistir à operação da Polícia Federal com granadas e disparos de fuzil. Desde então, sua saúde deteriorou-se, levando a internações em hospitais.

Condenação e Detalhes da Prisão

Em dezembro de 2024, Jefferson foi condenado a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por crimes como calúnia, homofobia e incitação ao crime. O relator do processo, Moraes, afirmou que o ex-deputado utilizou recursos do PTB para disseminar informações falsas que ameaçavam a independência dos Poderes Legislativo e Judiciário.

Após um período de internação em um hospital particular no Rio de Janeiro, Jefferson recebeu alta e foi colocado em prisão domiciliar em maio de 2023, por razões humanitárias. Sua situação continua a ser monitorada, e a troca da tornozeleira eletrônica é um desdobramento recente em seu caso.

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