Entidades de classe dos policiais da União, incluindo PF, PRF e Polícia Penal Federal, exigem do governo Lula a implementação de um acordo que permite a esses profissionais atuarem como professores e na área da saúde. Em 2024, o Congresso aprovou um projeto de lei que reformulava diversas carreiras do funcionalismo, mas o presidente vetou partes que garantiam esses direitos, provocando protestos.
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e a Federação Nacional dos Policiais Penais Federais (FenaPPF) estão pressionando a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, para que os vetos sejam derrubados. O Ministério da Justiça e Segurança Pública já se manifestou favoravelmente ao exercício dessas atividades, reconhecendo a legitimidade da demanda.
As federações afirmam que os vetos de Lula violam um acordo previamente assinado e desrespeitam o diálogo institucional. Para os representantes dos policiais, a restrição ao magistério e à saúde é um ato de preconceito institucional, incompatível com os princípios republicanos e democráticos. Eles destacam que essa situação reforça uma visão discriminatória sobre os policiais da União, o que é inaceitável.
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