O Instituto Talanoa revelou a estrutura da presidência brasileira da COP30, destacando a diversidade de atores envolvidos e a representação da Amazônia. O Brasil, que assumiu a presidência do evento, busca uma abordagem inclusiva nas negociações internacionais.
A pesquisa do Instituto Talanoa, uma referência no debate ambiental, mapeou os principais nomes e a dinâmica da conferência, que ainda não possui um organograma oficial. Natalie Unterstell, presidente da entidade, enfatiza que o governo deveria ter apresentado uma versão oficial, mas a iniciativa visa facilitar a compreensão do público sobre os envolvidos.
A COP30 é a primeira conferência a contar com uma estrutura tão complexa, envolvendo representantes de diversas áreas, como economia, sociedade, povos indígenas e religião, além de diplomatas. Unterstell destaca a importância da presença de moradores locais da Amazônia, afirmando que seria “complicado fazer uma COP no meio da floresta sem eles”. A região conta com dois representantes no grupo, enquanto continentes como Europa e África têm apenas um.
Além disso, a Amazônia ganhou destaque entre os porta-vozes temáticos da conferência. A COP30 também contará com enviados especiais para abordar questões críticas, refletindo a intenção do Brasil de fortalecer a discussão sobre a preservação ambiental.
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