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Filho de Bolsonaro alerta sobre impactos da Lei Magnitsky a políticos brasileiros

Filhos de Jair Bolsonaro pressionam por anistia no Congresso enquanto ameaças da Lei Magnitsky impactam decisões judiciais e legislativas

Davi Alcolumbre e Hugo Motta (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)
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Jair Bolsonaro, atualmente inelegível e em prisão domiciliar por obstrução de justiça, enfrenta processos no Supremo Tribunal Federal (STF) que podem resultar em penas de até quarenta anos. Seus filhos, especialmente Eduardo e Flávio Bolsonaro, estão pressionando o Congresso por uma anistia ampla para os investigados por tentativas de golpe e condenados pelos eventos de 8 de janeiro.

A estratégia dos filhos de Bolsonaro inclui a utilização da Lei Magnitsky como uma forma de pressão sobre o Judiciário e o Legislativo. Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos, sugere que a aplicação da lei poderia afetar membros do STF, como o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo contra seu pai. Moraes, apesar das ameaças, continua firme em seu julgamento.

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ, se reuniu com os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, para discutir os impactos da Lei Magnitsky. Ele enfatizou que não estava ameaçando, mas apenas esclarecendo os riscos que a legislação pode trazer. Motta, por sua vez, já recebeu pedidos de cassação de mandato de Eduardo Bolsonaro, mas afirmou que não se deixa influenciar por ameaças.

A pressão por anistia se intensifica à medida que a situação de Bolsonaro se torna mais crítica. Seus filhos buscam apoio no Congresso, mas até o momento, não houve avanço significativo na proposta de anistia, que continua sem tramitação.

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