O cenário político em Brasília segue em clima de crise entre os poderes após uma decisão do STF. Gilmar Mendes restringiu o impeachment de ministros e gerou críticas de aliados e opositores. O ato levou à apresentação de uma PEC para contestar a blindagem.
A CPMI do INSS avançou, rejeitando a convocação do filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, e blindando o advogado-geral Jorge Messias. A comissão também mantém foco em um possível esquema de fraudes bilionárias ligado ao órgão.
A sabatina de Messias, indicada para uma vaga no STF, foi adiada para 2026. O governo cedeu em relação às emendas, enquanto o Congresso adiou emendas para 2026, elevando as tensões entre Executivo e Legislativo. Lula criticou a pressão por verbas parlamentares.
Avanços e mudanças no ritmo político
A CPMI avisou que manterá o ritmo de apuração, com relutância em convocar novas testemunhas. Ao mesmo tempo, o Congresso aprovou a convocação do governador de Minas, Romeu Zema, ampliando o escrutínio político na região.
Emendas, vetos e tom político
O Executivo cedeu a 65% das emendas apresentadas, visando manter fôlego até 2026. Em contrapartida, o Congresso derrubou vetos do governo em dezenas de itens. Lula criticou a pressão por verbas e pediu aos eleitores que reconsiderem seus votos no futuro.
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