Brendan Carr afirmou durante uma audiência que a FCC não é uma agência independente, sugerindo que houve retirada de esse rótulo da missão online. A declaração repercutiu enquanto cresciam preocupações sobre maior controle da Casa Branca sobre agências independentes desde o retorno de Donald Trump ao poder em janeiro.
O foco do debate foi a atuação da administração para ampliar sua influência sobre reguladores federais. Carr, defensor de Trump, já enfrentou acusações de pressionar redes de televisão após críticas feitas a Trump por Jimmy Kimmel. A tensão voltou a ganhar o radar público com as falas do chairman.
Durante a audiência, senadores democratas questionaram Carr sobre comentários envolvendo a TV e o uso de poder regulatório. Carr citou um padrão de interesse público, defendendo que licenciados que operam no espectro devem cumprir esse critério.
Críticos afirmaram que a postura de Carr sinaliza censura ou controle indevido sobre conteúdo de humor político. Carr respondeu que a responsabilidade com o interesse público permanece há décadas. A discussão envolveu ainda a forma de responsabilização de radiodifusores.
A senadora Amy Klobuchar pediu clareza sobre a conduta da FCC em relação a uma emissora de San Francisco. Ela sugeriu censura governamental, o que Carr negou, destacando o objetivo de aplicar regras de hoax e de distorção de notícias.
Ponto de virada
- Deputados criticaram Carr por suposta fala de alinhamento com a administração, enfatizando a independência da agência. Carr reiterou o compromisso com o padrão de interesse público e com a prestação de contas.
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