Polícia interna do São Paulo volta a ganhar destaque nesta semana. A direção é envolvida em acusação de comercialização clandestina de camarotes com a participação de Douglas Schwartzmann, Mara Casares e o superintendente Marcio Carlomagno. O tema surge em meio à votação do orçamento de 2026.
Áudios obtidos pelo ge apontam para um esquema de venda de ingressos em evento da cantora Shakira, realizado em fevereiro. Segundo as gravações, Mara Casares teria recebido o camarote e negociado ingressos, com padrinho no alto escalão do clube.
O contexto financeiro envolve a eliminação de Cruzeiro e Fluminense nas semifinais da Copa do Brasil, abrindo espaço para a Sul-Americana em 2026. O orçamento para a temporada seguinte deve ser votado pelo Conselho Deliberativo na quarta-feira, às 19h (horário de Brasília).
Gravações e investigações
Relatos indicam tensão entre Mara, Adriana Prado e outros quereis, com ações judiciais em curso. Uma empresa de Adriana moveu ação contra uma empresa da área de eventos, ampliando a pressão pública sobre o caso.
Conforme o material obtido, dirigentes discutem medidas para esclarecer as responsabilidades. A possibilidade de demissão de Marcio Carlomagno é apontada em conversas que citam a obtenção do camarote e a necessidade de prestar esclarecimentos.
Medidas e desdobramentos internos
Boletim de ocorrência foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia de São Paulo, ampliando o volume de apurações. O Tribunal de Justiça de São Paulo também mantém acesso público aos processos relacionados aos desdobramentos empresariais. O clube ainda não divulgou posicionamento oficial.
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