O presidente Donald Trump assinou, em setembro, uma ordem executiva autorizando o Departamento de Guerra como título secundário do Pentágono. A medida buscava sinalizar ao mundo que os EUA seriam uma força a ser reconhecida, segundo o próprio Trump, que chamou o nome atual de “woke”.
Um estudo da Congressional Budget Office aponta que a mudança poderia custar até 125 milhões de dólares, dependendo de quão amplamente e rapidamente a alteração for implementada. A Câmara ainda precisa aprovar formalmente o novo nome.
Estimativa de custos
A CBO aponta que um uso gradual e limitado do novo título poderia custar alguns milhões. Em implementação ampla e rápida, o custo poderia chegar a 125 milhões. O relatório também indica que renomeações legais podem custar centenas de milhões.
Status político
O Congresso ainda não demonstrou interesse significativo em oficializar a mudança. Legisladores republicanos apresentaram projetos para tornar o nome oficial, mas o andamento é lento. O estudo foi solicitado por líderes do Senado, para embasar decisões orçamentárias.
Detalhes operacionais
O Pentágono não forneceu estimativas firmes sobre custos, citando variações potenciais. Até hoje, sinais, logotipos e selos continuam em papel e em locais físicos ao redor das instalações.
Contexto e desdobramentos
Embora o uso do título tenha sido adotado por algumas autoridades, a mudança ainda depende de autorização formal do Congresso. Não há confirmação sobre recomendações finais para mudanças em instalações no exterior.
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