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Trump encerra primeiro ano com foco no desmonte da democracia nos EUA

Um ano de desmonte da democracia nos EUA expõe a normalização do autoritarismo, a erosão institucional e a acentuada polarização

Trump completa primeiro ano de mandato desmontando a democracia nos EUA
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Em um ano de mandato, Donald Trump é visto por críticos como responsável por um movimento de erosão da democracia norte-americana, marcado por políticas, declarações e ações que alteram o funcionamento das instituições.

Desde 20 de janeiro do ano passado, o governo ampliou poderes de agências de imigração, com críticas a abusos de autoridade. Houve uso de tropas em cidades-chave para manter a ordem, segundo a narrativa oficial.

Também houve ações que impactaram a educação, com cortes a programas universitários de pensamento crítico e restrições a vistos de estudantes por motivos ideológicos. Demissões em órgãos públicos foram justificadas por razões econômicas.

Relatos apontam desmantelamento de órgãos de assistência à população vulnerável e pressões sobre organizações internacionais. Entre medidas externas, houve ataques à Venezuela, com relatos de ações coordenadas envolvendo petróleo. Tarifas foram impostas ao comércio global.

A gestão limitou a atuação de organismos multilaterais: deixou a OMS e o Acordo de Paris, sob argumentos de prioridades nacionais. Ao mesmo tempo, houve discurso que restringiu direitos de mulheres e de minorias, além de flexibilizar a exploração de combustíveis fósseis.

No campo institucional, houve denúncias de tentativas de deslegitimar a imprensa e de influenciar investigações. Críticos mencionam que o governo trata o Estado como instrumento para objetivos pessoais, o que gerou tensão entre poderes.

O cenário é acompanhado por debates sobre nutrição de crises políticas no Brasil, com sinais de tensão institucional em redor de 8 de janeiro de 2023 e de episódios envolvendo autoridades públicas. Há quem veja paralelos entre os dois países.

As próximas eleições de novembro, com disputa pela Câmara e parte do Senado, são apontadas como momento decisivo para o equilíbrio das instituições. O debate público permanece centrado na legitimidade de normas democráticas e no papel dos instrumentos de controle.

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