Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio, iniciou sondagens com marqueteiros nacionais para definições estratégicas da eventual candidatura à Presidência da República. O objetivo é ampliar o eleitorado além do grupo que o acompanha pelo sobrenome e pela rejeição ao ex-presidente Lula.
Entre as conversas, o tom tem sido de ouvir mais do que falar, aceitando diagnósticos com disposição resignada. Pequenos sinais indicam que falar apenas para a própria base daria vantagem inicial, mas não bastaria para derrotar Lula.
A atuação também é influenciada pela pressão de caciques do centrão, que costumam reagir com cautela em relação ao lançamento de uma candidatura. Flávio afirma que recuar não está em pauta, mesmo diante dos consensos de bastidores.
Desafios e próximos passos
Um dos pilares apontados pelo senador é a dificuldade de consolidar palanques no Nordeste, onde Lula mantém força expressiva. Parte de partidos de centro-direita pode evitar confrontos diretos em disputas proporcionais para governador e senador.
Flávio planeja deslocamento internacional até o fim de março, com passagem prevista por Israel. A assessoria do senador não comentou o assunto até o momento.
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