O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu a permanência de acampamentos e pessoas em frente à Papudinha, no Distrito Federal. A determinação exige a retirada imediata do grupo, com prisão em flagrante em caso de resistência ou desobediência.
A decisão foi tomada após Moraes apontar omissão de autoridades diante dos acampamentos golpistas instalados diante de unidades do Exército. O objetivo é evitar novas tentativas de coação ao Judiciário e à ordem democrática.
No presídio, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar tentativa de golpe de Estado. Moraes delegou à Polícia Militar do Distrito Federal a responsabilidade pela retirada dos manifestantes.
Contexto e próximos passos
A investigação aponta que a mobilização inclui a marcha prevista para domingo, 25, com possível protesto contra decisões do STF. O movimento é associado ao deputado Nikolas Ferreira, conforme apuração da Procuradoria-Geral da República.
O ministro enfatizou que direitos de reunião não justificam repetição de acampamentos ilegais em frente a quartéis. A decisão visa prevenir a repetição de condutas que desrespeitem a ordem constitucional.
Entre na conversa da comunidade