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Eleições: o que gestores podem e não podem fazer

Gestores públicos devem cumprir regras eleitorais rigorosas a partir de julho; uso da máquina pública e propaganda antecipada são proibidos, com risco de sanções

A partir de julho, prefeitos e governadores ficam sujeitos a regras mais rígidas em ano eleitoral. Foto: Tomaz Silva (EBC)
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As eleições de 2024 exigem atenção dos gestores públicos para cumprir as regras do período eleitoral. A partir de julho, prefeitos e governadores ficam sob regras mais rígidas, com sanções em caso de descumprimento.

Especialistas alertam para evitar qualquer ação que pareça uso da máquina pública em benefício de candidaturas. Obras, contratação de servidores e divulgação de ações governamentais estão sob escrutínio.

A propaganda eleitoral antecipada também é vedada. Qualquer manifestação de apoio a candidatos ou partidos deve ocorrer somente após o dia 15 de agosto do ano eleitoral.

Medidas específicas

Doações de empresas públicas ou privadas a candidatos ou partidos são proibidas, assim como o uso de bens públicos para fins eleitorais.

O uso de redes sociais institucionais exige cautela para não configurar propaganda eleitoral antecipada.

Gestores devem apenas cumprir as normas eleitorais, mantendo campanhas limpas e transparentes.

Importância da lisura

A observância das regras busca evitar multas, inelegibilidade e processos. O objetivo é preservar a legitimidade das eleições e a integridade do mandato público.

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