A Caminhada da Liberdade, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), ganhou nova versão no Sul do país. O movimento amplia a pressão contra o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria e reforça pautas da direita para as eleições. O trajeto sulista teve início em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e já percorreu quase 200 quilômetros até a divisa com Santa Catarina.
No interior, a mobilização busca transformar a pressão por mudanças no Congresso em ações locais. Parlamentares da região reforçam a estratégia de ampliar o movimento para discutir segurança pública, liberdade econômica e eleições ao Senado. A meta é criar um ambiente favorável a uma maioria conservadora no Senado, com impactos potenciais sobre o andamento de pautas no STF.
Sul do Brasil amplia o movimento
Em Santa Catarina, a caminhada ocorre nos dias 7 e 8 de fevereiro, com saída de Joinville e passagem por São Francisco do Sul, Garuva e Itapoá, até a divisa com o Paraná. A programação foi adaptada por questões de tráfego na BR-101, priorizando um trajeto urbano seguro.
Líderes catarinenses destacam que a atividade também defenderá maior liberdade econômica estatal e menor carga tributária, como parte das reivindicações locais. O roteiro será completado com o recebimento das bandeiras na divisa com o Paraná, representando Santa Catarina, o Rio Grande do Sul e o Brasil.
Paraná avança para o Sudeste
A etapa paranaense deve ser liderada pela União Brasil e prevê passagem pelo estado até chegar a São Paulo no dia 22 de fevereiro. O trajeto compreende trechos de balneários, deslocamentos por rodovias e travessias de balsa, com apoio logístico para trechos de Serra do Mar.
Em parceria com a pré-candidata ao Senado Cristina Graeml (União Brasil-PR), o movimento pretende manter a mobilização para o Sudeste, chegando a São Paulo ao longo de fevereiro. A iniciativa já mobiliza apoiadores em cidades litorâneas e interioranas, com foco em participação popular e em pautas de direita.
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