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PL analisa lançar vice-prefeito de Aracaju ao governo de Sergipe

PL mira Ricardo Marques para governo de Sergipe, buscando palanques a Flávio Bolsonaro; vice afirma manter tratativas com o PL

Este é o vice-prefeito de Aracaju, Ricardo Marques (Cidadania) - Divulgação/Gilton Rosas/CMA
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Sem nomes competitivos para a disputa em Sergipe, o PL avalia lançar o vice-prefeito de Aracaju, Ricardo Marques (Cidadania), como candidato ao governo neste ano. A estratégia busca apoiar palanques de Flávio Bolsonaro em estados. A definição depende de alinhamento interno na sigla.

Segundo documento com anotações de Flávio Bolsonaro, Marques aparece como possível líder da chapa em montagem regional. A composição aponta Rodrigo Valadares (União) e Henrique Alves da Rocha como prováveis vice e segundo escalão. Valadares pode mudar de partido para o PL.

O material ainda cita a formação com Eduardo Amorim (PSDB) na chapa. Amorim mantém relação com Emília Corrêa (Republicanos), aliada de Marques no passado. A dinânica envolve mudanças na base do governo e tensões entre siglas.

Ricardo Marques tem controle sobre a agenda pública, com passagem pela TV Sergipe e atuação como vereador antes de assumir a prefeitura de Aracaju. A experiência dele é destacada entre lideranças do PL como fator de popularidade.

Ao longo de janeiro, o vice-prefeito tem mantido conversas com líderes do PL. Inicialmente cogitada para candidatar-se a deputado, a filiação ao PL ganhou força para a disputa estadual em função da projeção de apoio a uma chapa competitiva.

Pressões e opções dentro do PL

Valmir de Francisquinho, prefeito de Itabaiana, desponta como nome oposicionista natural, mas o PL não quer alinhamento com ele devido a relações com o segundo turno pró-Rogério Carvalho (PT). O risco envolve novos reveses judiciais.

Procurado, Marques confirmou conversas com o PL, sem definir sabidamente a aliança. Disse que qualquer decisão será tomada com responsabilidade, ouvindo a sociedade sergipana. Aguarda posição do Cidadania, que enfrenta disputas internas.

O PL argumenta que manter pelo menos um candidato ao Senado em cada estado evita dependência de alianças que privilegiem o Executivo. A estratégia visa ampliar palanques para a disputa presidencial de Flávio Bolsonaro.

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