A senadora Tereza Cristina (PP-MS) está entre os nomes cogitados para compor a vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sinalizou preferência pelo nome, mas ressaltou que a decisão final cabe ao próprio Flávio e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Assessores de Flávio Bolsonaro negam prognósticos de composição, mantendo que não houve convite formal a Tereza Cristina. A senadora tem reiterado, em conversas privadas, que não recebeu convite e que não é um projeto pessoal; caso haja comunicação oficial, avaliará a possibilidade.
Enquanto o tema de vice permanece em aberto, Tereza Cristina aposta em outras iniciativas. Ela tem sinalizado interesse na criação do Instituto Diálogos, projeto que busca promover debates com propostas práticas para o governo e o setor produtivo.
Avaliação de cenário e agenda de atuação
A cúpula do Senado costuma ser tema de expectativa para a senadora, que pretende manter mandato até 2031. Entre os eixos de atuação estão a segurança jurídica no campo, acordos comerciais e propostas regulatórias para o setor produtivo, com foco no agronegócio.
Paralelamente, Tereza Cristina tem atuado em temas como acordo Mercosul-UE, regularização fundiária e licenciamento ambiental, além de liderar debates sobre mineração e direitos de comunidades tradicionais. A agenda visa ampliar a atuação técnica no Legislativo.
Instituto Diálogos e próximos passos
O Instituto Diálogos, criado por Tereza Cristina, deve realizar seminário sobre geoeconomia mundial no fim de maio, com foco em comércio internacional e políticas públicas. O objetivo é oferecer análises independentes para governo e setor privado, sem viés partidário.
No âmbito local, a senadora deve percorrer o Mato Grosso do Sul para fortalecer apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel, em dobradinha com o senador Reinaldo Azambuja. A visita integra a estratégia regional de atuação e captação de apoios.
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