O governo de Donald Trump promoveu uma reforma expressiva no alto escalão militar desde o início de seu mandato, com várias exonerações de generais e almirantes. A demissão mais recente veio com o secretário da Marinha, John Phelan, nesta semana. Os motivos apontados envolvem atritos com a liderança e propostas diretas ao presidente.
Dentre as demissões, houve mudanças de peso no Exército e no Combate ao longo dos últimos meses. Randy George deixou o cargo de chefe do Estado-Maior do Exército em 2 de abril, após tensões com o secretário do Exército, Daniel Driscoll. A saída ocorreu enquanto as tropas eram reforçadas no Oriente Médio.
A reformulação alcançou outras áreas estratégicas. O general David Hodne, que comandava o Comando de Transformação e Treinamento do Exército, e o major-general William Green, chefe do Corpo de Capelães, também foram afastados. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, enfrentou tensões com oficiais da área.
Timothy Haugh, chefe da NSA, foi desligado em 3 de abril de 2025, sem motivo divulgado, em meio a uma onda de mudanças na área de segurança nacional. O chefe do Estado-Mior Conjunto, Charles Q. Brown, foi demitido em 21 de fevereiro de 2025, marcando a reformulação sem precedentes.
Mudanças relevantes no comando
Charles Q. Brown, líder das Forças Armadas, e a almirante Lisa Franchetti, primeira mulher a comandar uma das forças, foram removidos. Lisa Franchetti também deixou o posto de chefe de operações navais. Ambos integraram a leva de demissões anunciadas em 2025.
A Guarda Costeira também sofreu alterações. Almirante Linda Fagan, comandando a Guarda Costeira desde 2022 e a primeira mulher a liderar um ramo, foi desligada em 21 de janeiro de 2025. A remessa de mudanças incluiu críticas ao foco em políticas de diversidade.
Entre na conversa da comunidade