O ataque a tiros ocorreu durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, no sábado, 25 de abril. O episódio levou forças de segurança a retirárem o então presidente dos EUA, Donald Trump, do evento de gala com jornalistas.
Trump participou de entrevista após o incidente e afirmou não ter ficado preocupado, citando que o mundo é complexo. A declaração foi dada durante participação no programa 60 Minutes, da CBS.
Autoridades indicam que o atirador tinha motivações políticas e se autodeclarou um Assassino Federal Amigável em mensagens para familiares. Há suspeita de que o alvo seria o governo dos EUA, incluindo o presidente.
Motivações e contexto
Durante a apuração inicial, o entrevistador leu trechos de um manifesto ligado ao suspeito. Em resposta, Trump negou veiculações que o ligassem a crimes ou acusações, afirmando ter sido inocentado e afastando qualquer ligação pessoal a crimes.
O suspeito foi descrito por autoridades como alguém bem doente, com histórico de denúncias por familiares. A investigação aponta que ele publicou um manifesto de cunho anticristão.
Reação da primeira-dama
Melania Trump estava presente no momento do tiroteio e mostrou reação contida diante do susto. Segundo relatos, ela permaneceu firme e colaborou com a evacuação, sendo reconhecida como pessoa de apoio à situação.
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