A AIR – Associação Internacional de Radiodifusão divulgou uma nota neste domingo, 3 de maio, em celebração ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. A entidade homenageia jornalistas e meios de comunicação que atuam com coragem, independência e compromisso com a liberdade.
Na mensagem, o presidente da AIR, Paulo Tonet Camargo, lembra que a data foi instituída pela ONU em referência à Declaração de Windhoek, adotada em 1991, na Namíbia. A AIR aponta que uma imprensa livre, plural e independente é condição essencial para a democracia e o Estado de Direito.
Tonet enfatiza ainda que a liberdade de expressão, prevista no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, não é privilégio, e sim direito fundamental. A AIR defende que os Estados protejam os jornalistas, assegurem segurança e combatam censura, intimidação e violência.
Fundada em 1946, a AIR reúne mais de 17 mil estações privadas de rádio e televisão nas Américas. No próximo mês de outubro, a organização completa 80 anos. A entidade convoca o fortalecimento do jornalismo livre e independente para garantir o direito dos cidadãos de receber informação plural.
Contexto histórico
A AIR reforça que a liberdade de imprensa sustenta a democracia e o Estado de Direito. A Declaração de Windhoek, que inspira a data, foi redigida por jornalistas africanos e consolidada como referência regional e global para a liberdade de expressão.
Outro ponto destacado é o papel das instituições públicas e privadas na proteção de profissionais da comunicação. A nota destaca ainda a necessidade de reduzir riscos de censura, assédio e violência contra jornalistas em diferentes regiões.
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