O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima manteve a eleição suplementar para o governo do estado, marcada para 21 de junho. A decisão confirmou a regulamentação do pleito e o calendário eleitoral, rejeitando mandado de segurança.
O mandado foi apresentado por partidos, liderados pelo Republicanos, que apoiam o governador interino Soldado Sampaio. Além disso, MDB, Progressistas, União Brasil, PDT e Agir também participaram do recurso.
A liminar que suspendeu o calendário por até dez dias, concedida em 5 de maio, também foi derrubada. O relator pediu a validação pelo conjunto de desembargadores, que acompanharam o parecer do MPE.
Contexto e tramitar da eleição
Com a confirmação, TSE e TRE-RR iniciaram a operação logística para viabilizar o pleito, diante das dificuldades de acesso na região. O planejamento prevê enfrentar isolamento geográfico e chuvas intensas.
A logística envolve apoio aéreo das Forças Armadas para transporte de urnas e equipes, devido ao cenário climático e à geografia do estado. A medida visa garantir a participação popular.
A eleição foi convocada após decisão do TSE que cassou o mandato do governador Edilson Damião (União Brasil) e tornou inelegível o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) por abuso de poder político e econômico na campanha de 2022.
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