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Trump diz que ataque programado ao Irã foi adiado — por enquanto

Trump afirma adiamento do ataque planejado ao Irã para facilitar negociações com o Golfo; militares ficam prontos para ação em caso de impasse.

People drive past an anti-US billboard in Tehran depicting Donald Trump and the strait of Hormuz.
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Donald Trump afirmou, via Truth Social, ter cancelado um ataque planejado ao Irã a pedido de países do Golfo, para que as negociações continuem. Segundo ele, líderes do Catar, Emirados Árabes e Arábia Saudita buscaram Washington para um acordo considerado aceitável aos EUA e que impediriam o Irã de obter armas nucleares.

Em postagens subsequentes, o presidente disse ter instruído líderes militares a ficarem prontos para um ataque de grande escala, em caso de falha de acordo aceitável. Não houve sinal de avanço imediato nas negociações para encerrar o conflito.

A trégua atual interrompeu grande parte da violência após semanas de ataques aéreos com Israel e retaliação do Irã, mas o progresso tem sido limitado desde que Trump disse que a trégua está “sustentada”. Algumas publicações israelenses indicam possibilidade de retomada das hostilidades.

Cenário político e avaliação pública

Trump também informou ter retirado uma ação movida contra o IRS, avaliando ainda a possibilidade de um acordo com o governo federal para criar um fundo de 1,7 bilhão de dólares para compensar aliados por suposta perseguição. O caso envolve uma ação de 10 bilhões de dólares.

A controvérsia envolve a possibilidade de um acordo que envolva o governo federal, com Trump controlando o IRS. O tribunal pediu estudo sobre a existência de uma controvérsia legítima, com prazo até 20 de maio.

Paralelamente, avaliações de opinião pública indicam queda na aprovação de Trump, atingindo o ponto mais baixo do segundo mandato, em meio a preocupações com custo de vida e a guerra com o Irã. Pesquisas mostram rejeição majoritária entre eleitores para a decisão de ir à guerra.

Questões domésticas e impactos econômicos

O governo avalia uma possível costura de processo judicial envolvendo o IRS, com relatos sobre uma possível compensação a aliados. Analistas observam que a disputa legal influencia a imagem pública do governo.

Especialistas dizem que medidas de endurecimento migratório podem reduzir receitas fiscais ao longo de uma década, com expectativa de queda de até 479 bilhões de dólares em arrecadação, caso as políticas sejam implementadas.

Outra frente envolve cortes em dados climáticos e de meteorologia, gerando preocupação sobre a confiabilidade de previsões em temporada de furacões e calor extremo. Entidades técnicas ressaltam riscos para planejamento público.

No âmbito regulatório, a administração sinaliza a revogação de limites de PFAS na água potável e o atraso na implementação de padrões para outros compostos, mantendo foco em renegociação regulatória ambiental.

Outras notas do dia apontam ações judiciais envolvendo a imprensa, com a Times processando o Pentágono por restrições de acesso a jornalistas em dependências militares, sob alegação de constitucionalidade de barreiras.

  • Em San Diego, três pessoas morreram em um tiroteio no Centro Islâmico, com investigações qualificadas como possível crime de ódio.
  • Em Cuba, o presidente Díaz-Canel advertiu que qualquer ação militar dos EUA poderia causar consequências graves para a região.
  • Um júri decidiu a favor de Sam Altman em disputa jurídica relacionada a liderança no setor de IA.
  • Autoridades de saúde dos EUA confirmaram um caso de Ebola associado a trabalho na RDC, com medidas preventivas em curso.
  • O governo da Groenlândia criticou a visita de um médico dos EUA ao território, associando-a a controvérsias com representantes norte-americanos.

Observação: este texto reescreve o conteúdo fornecido de forma objetiva, sem opinião, mantendo o foco em fatos e datas relevantes.

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