Renan Santos, pré-candidato à Presidência pelo Missão, foca num discurso anticrime com propostas no estilo lei e ordem e um plano de desfavelização das grandes cidades. A ideia é investir cerca de 90 bilhões de reais para reorganizar áreas urbanas.
Em entrevista à CNN, o político diz se inspirar na forma de Jair Milei e no conteúdo de Nayib Bukele. A referência ocorre ao visual mais informal, mas as propostas devem seguir um viés de endurecimento contra o crime.
A estratégia de campanha prevê ações de desarticulação de facções, prisões em massa e mapeamento de propriedades. Também está nos planos a criminalização de invasões, com metas de transformar áreas degradadas em novos empreendimentos.
Aposta em visitas a rincões do Norte e do Nordeste para engajar eleitores. Municípios pouco explorados pelos adversários ganharão atenção, com registro de relatos de moradores para fundamentar conteúdos para redes.
O roteiro envolve ouvir problemas locais, propor soluções e ampliar a circulação de materiais nas redes. O movimento admite que as ações são fruto de intuição, sem estudo prévio formal.
Renan já circula por cidades do Maranhão e mira localidades na Bahia, em Alagoas e no Pará. Também consta a cidade de Canoas, no sul, entre os locais de atuação anunciados pela equipe.
Um desafio aponta para alcançar o público jovem e, principalmente, a faixa de 25 a 50 anos, que ainda não está plenamente alcançada pela campanha.
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