Durante a inauguração do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz, no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acusou o senador Flávio Bolsonaro de conivência com o crime organizado no estado. Segundo ele, hospitais federais teriam sido entregues à milícia.
Padilha afirmou que, em unidades federais, havia cobrança de pedágio para uso do estacionamento, sugerindo que tais locais estariam sob controle de milícias. A visita ocorreu durante evento oficial na capital fluminense.
O ministro vinculou a situação à atuação de Flávio Bolsonaro e do pai, Jair Bolsonaro, afirmando que a gestão da pasta teria contribuído para a ineficiência de hospitais federais no Rio. A assessoria de Flávio Bolsonaro foi procurada pela reportagem e não houve retorno imediato.
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