Nigel Farage, líder do Reform UK, enfrenta pressão para apresentar evidências sobre a alegação de que um hack associado a Moscou revelou o recebimento de um donativo de 5 milhões de libras. A denúncia envolve análise de atualizações sobre a origem do recurso.
A mudança de tom ocorreu após reportagem do Guardian trazer detalhes sobre o gift não declarado por Farage, que não havia registrado o valor em conformidade com as regras de transparência parlamentar. Farage afirmou preocupação com a segurança nacional.
Segundo o Reform UK, especialistas em contraespionagem analisaram o telefone de Farage e apontaram suposta vulnerabilidade em dispositivos, sugerindo ataque contendo phishing direcionado. Alega-se ligação provável com atores estatais, possivelmente ligados a Moscou.
O porta-voz do Guardian descreveu a afirmação como tentativa de desviar a atenção da fiscalização sobre as finanças do político. Alega-se ainda que a hipótese de hack russo é infundada e não verificada por autoridades.
Após as declarações, o jornal ouviu críticas de oponentes, que exigem que Farage entregue qualquer evidência às autoridades de segurança do país. Transparência e prestação de contas estão no centro do debate.
Autoridades regulatórias e partidos importantes pedem que o caso seja esclarecido com rigor. O National Cyber Security Centre não confirmou conhecimento de relatório de Farage sobre o suposto hack.
Observadores apontam que o episódio ocorre em meio a questionamentos sobre a origem da riqueza de Harborne, financista ligado a criptomoedas. A pauta envolve ainda a necessidade de registrar doações de políticos.
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