Pacheco anunciou que pretende deixar a política ao fim deste ano, quando encerra seu mandato no Senado. O senador do PSB de Minas Gerais descartou disputar o governo mineiro e negou ter articulado a rejeição do indicado ao STF pelo presidente Lula.
O ex-presidente da Casa afirmou ter desapego ao poder e que já vinha programando a retirada da vida pública. Ele não declarou apoio direto a nenhum candidato à disputa pelo governo de Minas, avaliando Josué Gomes como um bom nome, mas sem sinalizar decisão.
O recuo de Pacheco deixou em aberto a definição de palanque para a eleição em MG. O grupo ligado ao governo federal ainda avalia nomes para a disputa, entre eles Josué Gomes, Marília Campos e Gabriel Azevedo, todos cotados para compor o cenário.
Contexto político e desdobramentos
Josué Gomes é filho de José Alencar, vice-presidente na gestão Lula em dois mandatos. A avaliação do ex-presidente da Câmara ocorre no momento em que o governo busca palanques estratégicos para a campanha presidencial.
Pacheco informou que sempre aceitou a escolha do presidente da República e se disse um participante involuntário do episódio envolvendo o candidato ao STF. Ele reiterou que a decisão sobre o apoio a candidatos fica para o momento oportuno.
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