No último evento da campanha de Augusto Cury (Avante) à presidência da República, o candidato criticou os gastos públicos de seus adversários Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Cury fez uma caminhada pela “pacificação” em Colinas, no interior de São Paulo, sua cidade natal.
Na coletiva de imprensa, o candidato se apresentou como uma alternativa à polarização. “Nem picanha e nem arma”, disse. Segundo ele, Lula e Flávio não deixam os brasileiros sonharem: “As duas famílias sequestraram emocionalmente o país. O Lula da Silva tem 74 funcionários no Palácio da Alvorada. Flávio tem mais de 40 assessores e quem paga a conta é o contribuinte. Isso faz o brasileiro não poder sonhar.”
Cury usa a própria historia para justificar que é possível sonhar e acreditar, e que essa é sua missão como presidente. Depois da agenda de campanha, o candidato retornou para Ribeirão Preto, também no interior de São Paulo, onde mora.
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