O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 421 urnas eletrônicas substituídas até as 10h deste domingo (4), primeiro turno das Eleições 2026. O número representa 0,07% das 499.248 urnas de votação previstas para o pleito em todo o país.
Até aquele horário, não houve necessidade de adotar a votação manual em nenhuma seção eleitoral. Os dados constam do relatório de ocorrências divulgado pelo TSE durante a votação.
São Paulo concentrava o maior número de substituições no levantamento nacional das 10h, com 86 urnas trocadas. Na atualização divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) às 11h, o número no estado havia chegado a 118.
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Do total registrado em São Paulo, 27 substituições ocorreram na capital e 91 no interior. O estado preparou 114.605 urnas eletrônicas para o primeiro turno, incluindo equipamentos de contingência, mantidos de prontidão para substituir máquinas que apresentem problemas durante a votação.
No levantamento nacional das 10h, depois de São Paulo apareciam Paraná, com 60 substituições; Pernambuco, com 51; Rio de Janeiro, com 48; e Minas Gerais, com 32.
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Também foram registradas substituições em outros estados, mas Amapá, Mato Grosso e Rondônia não tinham registrado nenhuma troca até as 10h. No exterior, onde 918.876 brasileiros estão aptos a votar para presidente e vice-presidente, o TSE também não havia registrado substituição de urna naquele horário.
Como funciona a substituição
Quando uma urna apresenta problema durante a votação, a Justiça Eleitoral pode substituí-la por um equipamento de contingência. A troca permite que a votação continue normalmente.
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A votação manual é uma medida excepcional, adotada quando não é possível substituir a urna que apresentou problema por um equipamento de contingência.
A votação ocorre das 8h às 17h, no horário de Brasília.
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