O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 1.121 urnas eletrônicas substituídas até o momento durante o primeiro turno das Eleições 2026. O número foi informado pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, em entrevista coletiva concedida no início da tarde deste domingo (4).
O número equivale a 0,22% das 499.248 urnas de votação previstas para o pleito em todo o país. Até aquele horário, não houve necessidade de adotar a votação manual em nenhuma seção eleitoral.
O balanço é posterior ao boletim divulgado pelo TSE ao meio dia, que registrava 935 urnas substituídas ou 0,16% do total.
São Paulo concentrava o maior número de substituições no levantamento nacional das 12h, com 177 urnas trocadas. O estado preparou 114.605 urnas eletrônicas para o primeiro turno, incluindo equipamentos de contingência, mantidos de prontidão para substituir máquinas que apresentem problemas durante a votação.
Na sequência, apareciam Rio de Janeiro, com 121 substituições; Paraná, com 110; Pernambuco, com 79; e Minas Gerais, com 72. Ainda de acordo com o boletim do meio dia, todos os estados e o Distrito Federal tiveram ocorrência de substituição de urnas.
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Como funciona a substituição
Quando uma urna apresenta problema durante a votação, a Justiça Eleitoral pode substituí-la por um equipamento de contingência. A troca permite que a votação continue normalmente.
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A votação manual é uma medida excepcional, adotada quando não é possível substituir a urna que apresentou problema por um equipamento de contingência.
A votação ocorre das 8h às 17h, no horário de Brasília.
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