A crise no Corinthians aumentou com o afastamento de Romeu Tuma Jr, que era o presidente do Conselho Deliberativo. A decisão foi tomada pela Comissão de Ética do clube, após denúncias do presidente Augusto Melo e de outro conselheiro. A votação resultou em três votos a favor do afastamento e um contra, com o presidente da comissão se abstendo.
Esse afastamento é temporário, e o caso ainda será analisado pela Comissão de Ética, onde Tuma poderá se defender. A decisão final precisará ser aprovada por todos os membros do Conselho Deliberativo. Tuma, que é candidato à presidência do Corinthians, argumentou que não há regras que permitam seu afastamento e que essa decisão deveria ser feita pelo plenário.
O clima é tenso, pois Tuma estava liderando um processo de impeachment contra Augusto Melo. Ele é acusado de agir de forma parcial e de prejudicar a imagem do clube com suas declarações. A Comissão de Ética acredita que sua permanência poderia causar mais danos.
Tuma se mostrou indignado com o afastamento, afirmando que não foi avisado sobre a reunião e que pretende buscar mais informações sobre a decisão. Ele também está considerando entrar com uma ação na Justiça para tentar voltar ao cargo, já que foi eleito para um mandato de três anos em 2024.
A crise política no Corinthians se intensificou com o afastamento preventivo de Romeu Tuma Jr, presidente do Conselho Deliberativo. A decisão foi tomada pela Comissão de Ética e Disciplina do clube, após denúncias feitas pelo presidente Augusto Melo e pelo conselheiro Roberto Willian Miguel. O resultado da votação foi de três votos a um a favor do afastamento, com o presidente da comissão, Roberson Medeiros, se abstendo.
A medida é considerada liminar, e o mérito do caso ainda será analisado pela Comissão de Ética, onde Tuma poderá apresentar sua defesa com testemunhas e documentos. A decisão final precisará ser aprovada pelo plenário do Conselho Deliberativo. Tuma, que é candidato à presidência do Corinthians, argumentou que não há previsão estatutária para seu afastamento e que a punição deveria ser decidida pelo plenário.
O afastamento ocorre em meio a um clima de tensão, já que Tuma vinha liderando um processo de impeachment contra Augusto Melo. Ele é acusado de conduzir o Conselho de forma parcial e de prejudicar a imagem do clube com declarações públicas. A Comissão de Ética entendeu que a permanência de Tuma no cargo poderia perpetuar esses danos.
Em resposta ao afastamento, Tuma expressou sua indignação, afirmando que não foi notificado sobre a reunião e que pretende buscar informações detalhadas sobre a decisão. Ele também considera a possibilidade de recorrer à Justiça para reverter a situação, já que foi eleito para um mandato de três anos em 2024.