O Papa Francisco foi sepultado no último sábado (26) após falecer em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca. O quadro de saúde do pontífice foi agravado por comorbidades, incluindo pneumonia bilateral, bronquiectasias múltiplas, hipertensão arterial e diabetes tipo 2.
A hipertensão é uma condição crônica que afeta cerca de um bilhão de pessoas no mundo e está relacionada a uma em cada oito mortes anuais, segundo a endocrinologista Deborah Beranger. O diabetes tipo 2, por sua vez, resulta de níveis elevados de açúcar no sangue e pode causar complicações sérias se não controlado, como problemas nos rins, visão e coração, conforme explica a nutróloga Marcella Garcez.
Ambas as condições exigem acompanhamento médico rigoroso, uso de medicamentos e atenção à alimentação. A Dra. Marcella recomenda que pessoas com histórico familiar ou pré-diabetes consultem profissionais de saúde para estratégias de controle. Fatores de risco para hipertensão incluem tabagismo, uso de anticoncepcionais orais, e consumo excessivo de sal.
A alimentação é crucial para o controle do diabetes tipo 2. Alimentos ultraprocessados e ricos em açúcar devem ser evitados. A prática regular de exercícios físicos também é essencial para a saúde cardiovascular e controle do peso. A Dra. Deborah enfatiza que uma dieta equilibrada e atividade física são fundamentais para prevenir complicações.
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